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CAPITAL INTELECTUAL:

AS PESSOAS ESTÃO POR TRÁS DE TODOS OS COMPONENTES QUE TRAZEM VALOR PARA AS ORGANIZAÇÕES.


A Gestão de Pessoas é uma área extremamente relacionada à mentalidade e a cultura corporativa que predomina em cada empresa. É uma área em constante mudança e muito situacional, pois depende de vários aspectos, como, a arquitetura organizacional, a cultura corporativa e uma infinidade de outras variáveis.


Nos tempos atuais, as corporações estão ampliando a sua visão e a atuação de forma estratégica, reconhecendo que todo processo produtivo somente se realiza com a participação de diversos parceiros articulados, cada qual contribuindo com algum recurso.


Veja no exemplo abaixo:


FORNECEDORES: contribuem com matérias-primas, insumos básicos, serviços e tecnologias.

INVESTIDORES (SHAREHOLDERS): contribuem com capital de risco e investimentos que permitem o aporte financeiro para a aquisição de recursos.

GESTORES: contribuem com conhecimentos, competências e proporcionam decisões e ações que dinamizam a organização.

CLIENTES: contribuem para a organização adquirindo bens ou serviços e incrementando seu faturamento.

COLABORADORES: oferecem seus préstimos e garantem as operações do negócio.


Modernamente, todos esses parceiros de processo podem ser divididos também da seguinte forma:


STAKEHOLDER: É uma parte interessada ou que realiza algum tipo de intervenção na empresa, mas não como acionista. Lucros e prejuízos não o afetam diretamente, não investe na organização. É de seu interesse que a empresa cresça, para que seu emprego se mantenha/evolua. Por exemplo, o colaborador.


SHAREHOLDER: A palavra shareholder vem do inglês, e significa “acionista”, isto é, uma pessoa que possui pelo menos uma ação da companhia. Em geral, os shareholders são investidores da organização, possuindo uma parte da empresa. Lucros e prejuízos da empresa o afetam diretamente.


Foto de Yan Krukau no Pexels: https://www.pexels.com/pt-br/foto/acordo-contrato-colegas-companheiros-7793706/


Na Era Industrial, a peça mais importante da empresa era seu proprietário, acionista ou investidor, então, a obrigação principal da empresa era sua responsabilidade financeira em relação a ele, de promover o lucro e o retorno de seu investimento. Atualmente, o stakeholder mais íntimo de uma organização é seu próprio colaborador: aquele que está dentro dela, que lhe dá potência e dinamismo.



Até hoje, o acionista ou investidor não perdeu sua importância, são peças-chave de uma empresa bem-sucedida, porém dividem seu espaço com outros stakeholders. As coisas mudaram no mundo dos negócios, na era da informação, prevalece o capital humano e intelectual e não mais o capital financeiro.


Foto de Cottonbro no Pexels.


Por muito tempo, pensou-se que o empecilho para o desenvolvimento das organizações fosse a falta de capital financeiro, era uma crença generalizada. Hoje se percebe que a incapacidade de uma empresa em recrutar e manter uma boa força de trabalho é que constitui o principal obstáculo para o seu negócio.


Projetos baseados em boas ideias, persistência e entusiasmo, dificilmente são deixados de lado por falta de caixa ou capital financeiro, sendo promissor, sempre se encontra uma forma de fazer acontecer ou investidores para apoiá-lo. Porém, existem diversas empresas ou projetos cujo crescimento foi dificultado por não manter uma força de trabalho eficiente, eficaz e engajada, faltou-lhes o capital intelectual.


O capital intelectual é tudo aquilo que o valor depende do conhecimento, inteligência, experiência, entre outros fatores humanos subjetivos. Este tipo de capital não é físico, não é tangível, não pode ser tocado ou enviado ou salvo em algum meio eletrônico, ele depende das pessoas para existir.



Com o avanço das tecnologias, além de conhecimento teórico o trabalhador necessita ter habilidades e saber desenvolvê-las. O panorama do futuro está relacionado com talento, competências e capital intelectual, as pessoas precisam cada vez mais testar suas capacidades de aprendizado e se preparar para o novo, ou seja, não basta conhecer um assunto, mas é necessário saber também como colocá-lo em prática e como manter o conhecimento sobre ele atualizado.


Considerando que estamos em um mundo em constantes mudanças e atualizações, o ambiente corporativo não é diferente, aconteceram diversas alterações nas relações do trabalho ao longo dos anos, como o surgimento de novas formas de trabalho, com o implemento do trabalho híbrido, por exemplo.


A área de Recursos Humanos, desta mesma forma, passa por uma ressignificação em seu nome. Existem várias empresas chamando a área de: people, gestão de pessoas ou até mesmo, Relações Humanas, tendo como meta principal melhorar a qualidade de vida dos funcionários e, consequentemente, a produtividade de toda a organização, valorizando o pilar fundamental em toda empresa: as pessoas.

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