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Trabalhadores estão mudando de emprego com menos frequência

08/11/2017

A ideia que a geração do milênio (ou seja os jovens nascidos em torno do ano 1982) não tem a cultura de permanecer durante muito tempo no mesmo emprego é quase um consenso. Mas, na verdade, essa falta de constância é mais um reflexo do espírito dos jovens do que da época em que nasceram. É possível afirmar isso visto que nos Estados Unidos o tempo médio de permanência no emprego é quase o mesmo há alguns anos.

 

Dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA mostraram que, entre trabalhadores com 25 anos ou mais, a média do tempo de permanência no emprego é de 5,1 anos, pouco mais do que a registrada em 1983. Entre os mais jovens, observa-se um declínio no tempo de permanência no emprego, mas é uma queda pequena. Os homens entre 25 e 34 anos agora se mantêm em média 2,9 anos no mesmo emprego, em comparação com 3,2 anos em 1983.

 

Porém, é entre os homens de meia-idade que a relação com os empregadores mudou de maneira mais acentuada. Esse fato é resultado em parte da queda acentuada do número de empregos semiqualificados e ao declínio da força dos sindicatos. A média do tempo de permanência no emprego para homens entre 45 e 54 anos nos EUA diminuiu de 12,8 anos em 1983 para 8,4. A redução é compensada pelas mulheres, que permanecem mais tempo no mesmo emprego e pelo aumento da idade de aposentadoria.

 

A tendência de mudar de cidade em busca de novos empregos já não é a mesma entre os trabalhadores americanos. Em 2016, pouco menos de 12% tentaram encontrar oportunidades de trabalho em outras cidades. Na década de 1950, as mudanças de cidade atingiam 20% da força de trabalho. Por sua vez, só 20% dos jovens de 25 a 35 anos mudaram de cidade no ano passado, comparado com quase 25% das gerações anteriores.

 

Porém, os dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento (OCDE), mostraram que na França, Itália e Espanha a média de permanência no emprego vem aumentando desde 1992, mas não entre os jovens da geração do milênio. No entanto, é pouco provável que isso seja resultado de escolhas pessoais. Com frequência, as restrições da legislação trabalhista na Europa facilitam aos trabalhadores a aceitar contratos de trabalho temporários.

 

No Reino Unido, onde a legislação trabalhista é mais flexível, as estatísticas na OCDE indicaram uma diminuição no tempo de permanência no emprego de jovens ingleses. Mas, por outro lado, uma pesquisa realizada pela Resolution Foundation revelou que a geração do milênio é menos propensa a se demitir dos empregos do que as gerações anteriores. Os ingleses também estão mudando menos de cidade à procura de empregos. Entre 2001 e 2016, a proporção de trabalhadores que se mudaram caiu de 0,7% para 0,5%. É uma mudança de comportamento resultante de um mercado de trabalho mais restrito e exigente.

 

FONTE: opiniãoenoticia.com.br

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