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Saiba como a internet das coisas vai influenciar a vida das pessoas em breve

23/11/2017

A princípio, é fácil confundir essa história com um roteiro de cinema. Mas estamos falando de tecnologias reais, que prometem estar cada vez mais presente na vida das pessoas. A chamada "internet das coisas" representa um conjunto de invenções que permitirão aos objetos - comuns, do cotidiano - se conectarem à rede e passarem a interagir entre eles e com as pessoas.

 

O exemplo clássico é o da geladeira inteligente, capaz de identificar a falta de alimentos no estoque, buscar receitas em sites especializados e acrescentar produtos à lista de compras do supermercado, aprovada e confirmada pela internet com um clique pelo usuário. Os próprios objetos seriam responsáveis por essa interação: um chip na caixa de leite, por exemplo, avisa o aparelho da proximidade da data de vencimento. Ao sair da geladeira, a última cerveja avisa, eletronicamente, que é preciso comprar mais.

Mas a tecnologia pode ter diversas aplicações. No transporte público, por exemplo, é possível ser avisado do horário exato em que um ônibus passará pelo ponto. A companhia responsável pelos coletivos, por sua vez, pode ser avisada caso ocorra um fluxo acima do normal de passageiros em um corredor, colocando mais veículos em operação naquela linha. Tudo praticamente sem intervenção humana, gerenciado pela inteligência das máquinas.

A Apple, criadora do iPod, do iPhone e do iPad, já se utiliza de conceitos da "internet das coisas". A empresa firmou uma parceria com a Nike para instalar chips em tênis de corridas, que passam a ser capazes de monitorar os exercícios físicos.

Há também aplicativos que colocam em contato todos os sistemas de gerenciamento de uma casa: é possível, por exemplo, ligar a irrigação do jardim, mesmo estando do outro lado do mundo. Seu telefone celular também te avisa, pelo celular, se você esqueceu o ferro de passar ligado. O aquecedor de água conectado a sua agenda sabe a hora exata do banho, e entra em funcionamento automaticamente.

O que é a internet das coisas? É um equipamento específico?

 

Não. A internet das coisas é um conceito que reúne diversas tecnologias que têm se desenvolvido nos últimos anos. Os pilares que garantem a transformação dessa ideia em realidade são os sensores RFID (sigla em inglês para identificação por radiofrequência), as redes sem fio ubíquas (ou seja, presentes em todos os lugares) e a mudança do protocolo de internet para a versão IPv6.

Atualmente, o protocolo IPv4 só é capaz de "contar" até 4 bilhões. Ou seja, só podemos dar endereços diferentes para um número limitado de computadores, telefones celulares e equipamentos conectados à rede. Na internet das coisas, cada objeto precisa de um endereço próprio. É aí que entra o IPv6. Ele garantirá códigos diferentes para uma quantidade praticamente infinita (mais precisamente, 340.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000... ou 340 undecilhões!) de objetos.

Já existem aplicações que fazem uso desse conceito?

 

Sim. A parceria entre a Apple e a Nike, por exemplo, já dá uma boa noção de como será a comunicação inteligente dos objetos no futuro. Também existem sistemas que utilizam etiquetas RFID ou mesmo em QRCode (versões mais modernas do velho código de barras) para armazenar a história de cada objeto.

Outro produto que se aproveita da internet das coisas é um pequeno robô chamado Nabaztag, criado pela empresa americana Violet. Parece um coelhinho inofensivo de brinquedo, que fala, mexe as orelhas e pisca luzes coloridas. Mas dependendo da cor que ele assume, Nabaztag comunica a chegada de novos e-mails, informa a previsão do tempo, a situação das estradas e até o comportamento das bolsas de valores, tudo em tempo real.

Quero trabalhar no desenvolvimento de aplicativos para a internet das coisas. Quais os grandes centros de estudo desse assunto?

Os dois maiores polos mundiais de pesquisa em conectividade de objetos são o Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, e a Universidade de Manchester, na Inglaterra, sede da conferência anual "The Future of Things" (em português, "o futuro das coisas").

FONTE: g1.globo.com

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