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Conheça as profissões que estão em alto no Brasil

06/10/2017

O momento atual no Brasil é de cautela e de entender como é possível ter mais eficiência e ganhar participação de mercado em segmentos que não devem vivenciar crescimento neste ano. O grande questionamento atual das empresas é "o que fazer de diferente no ano que vem para que obter resultados diferentes".

Alinhada com essa percepção, a maior parte das posições em alta concentram-se, de um modo ou outro, na redução de custos e no aumento da receita. Além disso, profissões bastante técnicas e até novas, relacionadas ao mundo digital, ganham ainda mais força. As empresas já entenderam que o digital não é extra. Elas precisam estar lá, em todos os canais, para se posicionar melhor e chegar ao cliente.

 

O ano que vem será de cobrança e pressão por resultados. Por isso, os profissionais precisarão ter uma capacidade mais analítica e estratégica, além de estar atentos aos resultados, números e previsões. Estar na média não será um diferencial, as companhias querem, de modo geral, funcionários que cheguem com capacidade de sugerir, entender e ver oportunidades de melhorias.

 


Abaixo listamos algumas posições que estarão em alta nesse cenário que estamos vivendo.

 

TI / DIGITAL:

Executivos de desenvolvimento de negócios ou da área de meios de pagamento:
é aquele profissional que se relaciona com outras empresas de seu nicho, para buscar novos serviços e soluções. Também desenvolve campanhas para ampliar negócios.

 

Perfil: formação em administração de empresas ou economia. Ter conhecimento sobre o funcionamento do mercado financeiro (crédito, bancos, e-commerce), sobre tecnologia e o perfil do consumidor atual.

Por que está em alta: as empresas de meios de pagamentos enfrentam cada vez mais concorrência, precisando assim oferecer serviço diferenciado. Além disso, transações virtuais crescem exponencialmente.

 


Designer - Especialista em UX:
É quem cuida da identidade de marca da empresa em aplicativos, sites e produtos digitais. É o responsável pelo design thinking e estudos de tendências da interface virtual e física do cliente junto a empresa no ambiente virtual.

Perfil: a formação deste funcionário pode vir de diferentes áreas (humanas ou exatas). O mais importante é que ele conte com uma experiência diversificada em áreas como pesquisa de mercado, comunicação, tecnologia, análise de dados e acompanhamento das tendências e novidades — em nível global também.

 

Por que está em alta: Este trabalhador é fundamental para qualquer empresa que busque melhorar seu relacionamento com o consumidor. Está em alta porque o mundo está se digitalizando e o espaço virtual e físico estão convergindo. As empresas precisam entender como podem interagir melhor com seus clientes, diz a consultoria.

 


Designer - especialista em UI:
Enquanto o profissional de UX pensa no caminho que o cliente vai trilhar dentro da experiência de interação com a empresa, o especialista em UI é responsável por arquitetar como será o "desenho" desta interação. Neste caso, ele é responsável pelo design virtual e físico da experiência: ambientação, cores e formatos que vão atrair e melhor representar a experiência do usuário no ambiente virtual e físico.

 

Perfil: em grande parte, este funcionário tem formação nas áreas de design, arquitetura, comunicação e detém amplo conhecimento de tecnologia como ferramenta gráfica.

 

Por que está em alta: é o par do profissional de UX e, portanto, essencial que a empresa o contrate para que o trabalho seja mais efetivo.

 

 

Cientista de dados:

É aquele funcionário cuja função é enxergar tendências em grandes bancos de dados. A partir dali, desenhará soluções para estratégia em várias áreas.

Perfil: em grande parte, a formação destes profissionais está na área de exatas: matemática, ciências da computação, análise de sistemas, estatística e física.

 

Por que está em alta: com a consolidação da área digital e influência cada vez maior da tecnologia atuando diretamente no negócio, as empresas estão desenvolvendo suas áreas de inteligência de mercado, CRM (Customer Relationship Management), Database Marketing (DBM) e análise de dados. A partir desses setores, as empresas podem descobrir novas ferramentas para lidar com os problemas ou descobrir soluções mais inovadoras.

 

Desenvolvedor Mobile:

Esse profissional tem como principal objetivo a programação de novos aplicativos para plataformas de celular — o que inclui jogos, sites e aplicativos. Recebe um salário em torno de R$ 7 mil a R$ 15 mil.

 

Perfil: atualmente grande parte dos funcionários que trabalham nessa área migraram de setores correlatos ou aprenderam com o dia a dia. Isso faz com que profissionais com mais de dois anos de experiência ou cursos especializados na área sejam grandes diferenciais.

 

Por que está em alta: por ser um mercado novo e altamente demandado em nível global, ainda não possui uma gama de cursos especializados — especialmente no Brasil.

 

 

Desenvolvedor de Python/Ruby:

é quem ajuda, por meio de programação, a desenvolver plataformas, aplicativos e diversos outros produtos digitais.

 

Perfil: formação em engenharia da computação ou análise e desenvolvimento de sistemas.

 

Por que estará em alta em 2017: a demanda é crescente principalmente porque empresas e startups estão investindo cada vez mais na área de tecnologia como estratégia de negócio. Porém, existem poucos funcionários que se atualizaram e se aprofundaram nesse conhecimento.

 

FONTE: epocanegocios.globo.com

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